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Na tarde deste domingo, 4 de dezembro de 2016, uma vez mais esteve a SOMARSUL, com a participação de Irmãos, Cunhadas, sobrinhos e sobrinhas, no Parque das Nações, em Criciúma, representando a maçonaria do Sul de Santa Catarina nos movimentos contra a corrupção e em apoio à Operação Lava-Jato deflagrados em todo o país.

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Irmãos Flávio Silvério (e), Delegado do Grão-Mestre para o 15º Distrito Maçônico da Grande Loja de Santa Catarina; e Marcos José Mendonça, Assessor Especial de Expansão dos 12º ao 15º e 31º Distritos da Grande Loja de Santa Catarina .

Com a presença de Irmãos de Lojas das três Potências Maçônicas jurisdicionadas – Grande Loja de Santa Catarina, Grande Oriente de Santa Catarina e Grande Oriente do Brasil – Santa Catarina, apesar das fortes chuvas que persistiram durante todo o final de semana, foi possível demonstrar o descontentamento da Maçonaria sul catarinense em face das recentes proposições do Congresso Nacional. Isto porque, ao desconsiderar os anseios da sociedade civil e da opinião pública mediante artifícios e entraves legislativos, alterando e desconfigurando o texto de projeto de lei original de combate à corrupção formulado e proposto pelo Ministério Público Federal, agiu com má-fé. Não bastasse isso, ao tentar aprovar, de forma não amplamente amadurecida, uma temerária nova lei contra o abuso de autoridade, infere-se ser seu objetivo precípuo o de intimidar, limitar e cercear a atuação dos agentes públicos encarregados da persecução e aplicação da lei penal, cujo caso mais notório é a Operação Lava-Jato, em trâmite na Justiça Federal do Paraná, sob a direção do Juiz Sérgio Moro, Ministério Público Federal e Polícia Federal.

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Irmão José Mondardo (d), Grande 2º Vigilante da Grande Loja de Santa Catarina

Ao contrário do que acontece em países mais desenvolvidos, nos quais a corrupção vem sendo punida com muito mais rigor, contrariamente,no Brasil, o Parlamento tem optado pelo retrocesso legislativo quando, de forma sub-reptícia, busca legislar em causa própria e/ou manter arcaicos e antigos modelos de gestão da coisa pública que facilitam a corrupção em todos os níveis da administração pública – federal, estadual e municipal. Tal perspectiva se traduz numa flagrante desconsideração e desrespeito ao cidadão, aos princípios do Direito Público, e permite que a corrupção e a impunidade cresçam de forma exponencial, em detrimento do bem comum, um modelo abjeto no qual poucos ganham e muitos perdem.

E é contra tudo isto que a SOMARSUL, circunscrita que está aos seus objetivos propostos e à trilogia Maçônica– liberdade, igualdade e fraternidade -, em respeito à cidadania, sempre se fará presente naqueles momentos em que a sociedade brasileira, de forma legítima e pacifica,sair para as ruas para clamar por mais justiça social.

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